Ontem, 30 de março de 2010, saiu da boca de Ivete Sagalo um título que serviria para meu texto. Que texto? Um texto que tentei escrever para tentar dizer tudo aquilo que penso sobre um certo programa.
O título me proibiu escrever. Ele por si só, disse tudo!
BBBESTA
quarta-feira, 31 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Solidão
"Sofra a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza." (Rubem Alves)
Numa noite em que a solidão me fez chorar diferente das outras vezes.
Acompanhada de uma dor,
a solidão me visitou.
Acompanhada de ilusão,
sei que não vem em vão.
Com ela, me viro do avesso,
torno-me reticências,
ponto de interrogação.
Numa noite em que a solidão me fez chorar diferente das outras vezes.
Acompanhada de uma dor,
a solidão me visitou.
Acompanhada de ilusão,
sei que não vem em vão.
Com ela, me viro do avesso,
torno-me reticências,
ponto de interrogação.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Anônimato
Tire esta máscara meu bem!
O carnaval já passou.
Tire este véu,
que proibe os olhares.
Mas não tires teus versos
Que foram lançados.
Diga teu nome e o que
tens levado.
Conta sua sina,
diz se és amado!
Conta tua vida,
o que tens somado?
Meu jeito humano, deseja
te ver, ao menos pra dizer:
não era você!
Meu jeito poeta escreve pra ti,
ao menos pra dizer:
não se escondas de mim!
O carnaval já passou.
Tire este véu,
que proibe os olhares.
Mas não tires teus versos
Que foram lançados.
Diga teu nome e o que
tens levado.
Conta sua sina,
diz se és amado!
Conta tua vida,
o que tens somado?
Meu jeito humano, deseja
te ver, ao menos pra dizer:
não era você!
Meu jeito poeta escreve pra ti,
ao menos pra dizer:
não se escondas de mim!
terça-feira, 9 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Mais uma semelhança que descubro em minhas leituras
Tive a sorte de ter como professor "estagiário", o poeta José Inácio Vieira de Melo, homem altamente apaixonado por poesia.
Alguns dias atrás estava lendo os poemas do livros de Cantares de Salomão e logo no capítulo 1 quando me deparei com este verso, "Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó amiga minha", me lembrei do poema do poeta José Inácio que transcrevo aqui.
Harém
Vinde , minhas éguas, vosso faraó vos espera!
Puxem meu carro de fogo pelos céus dos êxtases,
harmonizem vossas forças e me conduzam,
em galope soberano, pelos reinos dos encantos.
Vinde, minhas éguas, luzindo na imensidão!
No ritmo de vossas ancas é que se inaugura
a saga do meu império e os nomes do meu nome:
Cavaleiro de Fogo, Centauro Escarlate.
Alguns dias atrás estava lendo os poemas do livros de Cantares de Salomão e logo no capítulo 1 quando me deparei com este verso, "Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó amiga minha", me lembrei do poema do poeta José Inácio que transcrevo aqui.
Harém
Vinde , minhas éguas, vosso faraó vos espera!
Puxem meu carro de fogo pelos céus dos êxtases,
harmonizem vossas forças e me conduzam,
em galope soberano, pelos reinos dos encantos.
Vinde, minhas éguas, luzindo na imensidão!
No ritmo de vossas ancas é que se inaugura
a saga do meu império e os nomes do meu nome:
Cavaleiro de Fogo, Centauro Escarlate.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Minha vida, um poema!
Numa noite triste, incomodada com as incertezas e dificuldades da minha vida, encontro este bom conselho...
Relembro então, que apesar de tudo, minha vida é pura poesia. Que bom!
“Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.”
(Cora Coralina, em “Aninha e suas pedras”
Relembro então, que apesar de tudo, minha vida é pura poesia. Que bom!
“Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.”
(Cora Coralina, em “Aninha e suas pedras”
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Um filho, um adeus
Alguns meses atrás estava escutando a música Um dia, um adeus do Guilherme Arantes, gravada por Vanessa da Mata.
Prestando atenção na letra da música, me acorreu um insight. Lembrei da parábola do filho pródigo contada por Jesus e registrada nos evangelhos. Veja quanta semelhança...
Prestando atenção na letra da música, me acorreu um insight. Lembrei da parábola do filho pródigo contada por Jesus e registrada nos evangelhos. Veja quanta semelhança...
Lucas 15: 11 à 32 = Um dia, Um adeus
Só você prá dar
A minha vida direção
O tom, a cor
Me fez voltar a ver a luz
Estrela no deserto a me guiar
Farol no mar, da incerteza...
Um dia um adeus
E eu indo embora
Quanta loucura
Por tão pouca aventura...
Agora entendo
Que andei perdido
O que é que eu faço
Prá você me perdoar...
Ah! que bom seria
Se eu pudesse te abraçar
Beijar, sentir
Como a primeira vez
Te dar o carinho
Que você merece ter
E eu sei te amar
Como ninguém mais...
Ninguém mais
Como ninguém
Jamais te amou
Ninguém jamais te amou
Te amou...
Ninguém mais
Como ninguém
Jamais te amou
Ninguém jamais te amou
Como eu, como eu...
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